11.4.07

Estamos juntas em novo endereço!!!!!!!!
www.catarinaececilia.blogger.com.br





(2:56 PM)

3.1.07

Suvaco


Texto do papai babão

Foi Natal e demos a Catarina um presente que já tardava: uma mesa e duas cadeiras, do tamanho apropriado para ela, claro. O conjunto é lindo: a mesa é cor-de-rosa com estampa de bichinhos nas quinas do tampo - um urso, um tigre, um hipopótamo e um sapo, todos sorrindo; as cadeiras são de cor amarela e alaranjada, e nos respectivos encostos uma estampa maior de um bicho: o tigre e o urso.

Desde então lá é o local oficial para as refeições da Catarina. Pra ela é mais um passo rumo à independência e para nós é um alívio gigante porque isso fez diminuir muito as escaladas de cadeira, portanto o risco de queda.

Hoje cheguei do trabalho na hora do jantar, e Catarina já estava sentadinha começando a refeição. De um lado mamãe, do outro a irmãzinha Cecília, todas muito felizes. Para não tirar a atenção da atividade, cheguei na surdina e sequer me apresentei na porta da cozinha. Fiquei só ouvindo a farra.

Mamãe: "quer churrasco, Catarina?"
- Sovaco!
- Hein?
E naquele tom tipicamente debochado da Nina: sovacããããão!
- Você quer jantar sovaco?

Catarina caiu na gargalhada do trocadilho que acabara de inventar. E repetia: -quero sovacãããão! káááákákáká, levando todos na mesma onda.

Não parou por aí: ela fazia mímica beliscando a própria axila pra pegar nacos invisíveis e levava à boca, e gargalhava mais.


Nina e as primas



(11:50 AM)

29.12.06

Natal!!!!!!!!



Catarina amou o Papai Noel. Foi de casa até a casa da Tia Manu desejando Feliz Natal para todo mundo. era um tla de:
-Feliz Natal mamãe! -Feliz Natal papai! -Feliz Natal Cecília! -Feliz Natal vovô! -Feliz Natal vovó! -Feliz Natal Donna!
O Jr., primo mais velho da Nina, resolveu se vestir de Papai Noel e foi uma farra muito boa. A primaiada toda fez uma festa só. A cada presente aberto era uma nova alegria.






(12:24 PM)

8.12.06

Brincadeira a toda hora!!!



Esses quatro meses que fiquei em casa por conta da licença-maternidade da Cecília foram simplesmente maravilhosos. Estou exausta, é verdade, mas tenho certeza que foi muito bom para a Nina ter a mãe em casa em tempo integral. Brincamos muito, rimos muito, conversamos muito...
Catarina é uma pessoa maravilhosa que encanta qualquer um. É daquelas que sai na rua conversando com o povo.
Teve o fato de ela ter se recusado a usar fraldas descartáveis (notícia: está há 4 dias sem escapolir nenhum xixi pela casa!!!!!) e o trabalho que deu com tanto xixi pelo chão. Parecia gato demarcando território.
Alguns dias brincamos com água no quintal até tarde e algumas vezes a deixava sozinha e avisava que iria olhar a Cecília no berço. Quando voltava ela olhava para mim e perguntava se Cecília estava bem, se estava acordada, se eu havia dado a chupeta. Lindo de ouvir.
Ontem, ela insistiu muito para ver o "esquilo" (A era do gelo2) umas 500 vezes. Fui categórica e disse não. Ela olhou para mim, fez carinha de cachorro que caiu da mudança e disse:
- Poxa mamãe, deixa!

Vou sentir saudades desse tempo, eu sei. Acho que já até estou com saudades.
Minha licença acaba dia 14/12.



(6:28 PM)

5.12.06

Vida Prática
Etiqueta não tem idade

Por Ligia Marques



Quem nunca viu pais corados de vergonha por deslizes dos filhos? Veja como evitar situações embaraçosas ensinando ao seu anjinho boas maneiras desde cedo.

- Boas maneiras começam no berço

Quando o Homem começou a viver em sociedade estabeleceu algumas normas de convívio. Com o desenvolvimento da civilização as leis de bom comportamento tornaram-se mais abrangentes e detalhadas.

É impossível imaginar um grupo de pessoas sem regras de convivência, com cada um fazendo o que bem entende, sem se importar com o outro. Cada sociedade possui cultura e padrões próprios de comportamento e de etiqueta. Há também parâmetros de educação universais.

Ser uma pessoa bem educada é conhecer e utilizar regras que facilitam e tornam possível a vida em sociedade. Não é sinônimo de frescura como muita gente pensa.

Clicfilhos dá dicas de etiqueta e boas maneiras com a orientação de Lígia Marques, consultora no assunto. Tire dúvidas e faça perguntas clicando em "fale conosco". Com alguns toques o comportamento do seu filhote pode melhorar muito, evitando que você passe por situações vexatórias.

Boas maneiras começam no berço

A criança começa a apreender informações sobre o meio que a rodeia no momento em que nasce. Com o passar dos meses esses conceitos passam para nível consciente, dando origem às atitudes manifestadas durante a infância e por toda a vida.

O primeiro modelo de comportamento assimilado é o dos pais. Faça questão de praticar as regras mais simples de etiqueta e boas maneiras diante do seu filho: pedir licença para interromper uma conversa; por favor precedendo pedidos; dizer obrigado; falar baixo; comportar-se bem à mesa e respeitar os empregados.

O primeiro passo é cobrar da criança o mesmo procedimento. Quanto mais jovem, maior será o retorno. Os pequenos que estão aprendendo a falar adoram novidades. Para eles falar "bom dia" e dizer "tchau" é pura diversão.

Não devemos subestimar a capacidade de aprendizado, observação e discernimento das crianças. Mesmo antes de falar e andar são capazes de assimilar e trabalhar informações que determinam a maneira de agir.

Quando as boas maneiras fazem parte do cotidiano familiar, tornam-se hábito para as crianças e se transformam em atitudes naturais, dando ares de leveza e deixando o convívio prazeroso.


* Lígia Marques é consultora de etiqueta e boas maneiras para adultos, crianças e adolescentes. Possui metodologia desenvolvida especialmente para despertar o interesse na faixa etária de 9 a 13 anos, com grande sucesso entre pais, filhos e escolas. Atende em São Paulo e por todo o Brasil
ligiamarques@ligiamarques.com.br

Fonte: site www.clickfilhos.com.br



(10:22 PM)

2.12.06

Cajuuuuuu!!!






(4:44 PM)

28.11.06

Zilógico


Domingo fomos ao Zoológico. Catarina amou. Foi emocionante ver nos olhinhos dela a alegria ao ver os animais que ela só conhecia por desenhos ou de pelúcia. O bom é que agora temos assunto para a semana inteira. É um tal de: - Você viu o macaco? Você viu a girafa? Você viu o elefante?


Pérolas da Catarina:
Eu bati o dedo mindinho na porta e soltei um:
- Filha da.. da.. da...mãe. (titubiei por que notei que Catarina estava perto)
E a Dona Catarina respondeu do outro cômodo:
- Não é mãe, é puta!





(6:14 PM)

20.11.06

Minha Tia Márcia


Elas estão dentro de uma caixa de papelão!


Catarina ama a tia Márcia. É uma tia meio tratante. Aparece e desaparece. A menina acaba sofrendo com a falta, mas ama mesmo assim. As duas se entendem do jeito delas. Eu nem me meto muito para não atrapalhar.
Acredito que a relação de Catarina com cada pessoa é diferente da minha relação com as mesmas pessoas e tento sempre deixá-la à vontade. Tia Márcia já morou aqui conosco e Catarina amava. Até hoje é só ver a tia que já pede colo e chocolate. Por que será, né? :)
Esse post é para agradecer a tia Márcia pela ajuda dada e pelo amor que sei que sente pela minha querida Nina.



(2:36 PM)

17.11.06

Acidente caseiro!


Catarina deixou uma cadeira cair em cima do próprio pé. Tadinha!
Imediatamente ficou roxo, na verdade preto, e inchou! Desesperei, mas mantive a calma. ela chorava muito e liguei par ao pediatra que me mandou ir imediatamente para o Hospital mais próximo! No caminho ela já estava:
- Mamãe, o pé não dói mais.
Me tranquilizei um pouco. Batemos o raio X, mas não quebrou nada! Graças ao bom Deus! Acabou ganhando uma tala de presente.
O mais bonitinho de tudo é que Catarina nunca pediu apra dormir na minha cama na vida e na terça, dia do ocorrido, quando chegamos em casa do Hospital ela pediu. Como negar né? Cecília dormiu lá quase 3 meses e ela nem reclamou. Foi uma noite maravilhosa! Devo ter recebido umas 5 cotoveladas, umas 3 pezadas de tala, mas foi uma experiência linda! No outro dia ela já sujou e molhou a tala e a retiramos. O pé tá preto, porém nenhuma sequela.





(4:16 PM)

15.11.06

Minha amiga Bia!



Essas duas são realmente umas gracinhas! É legal de ver a evolução da amizade das duas. É um tal de Bia pra cá e Nina para lá...

(agora que notei a brasilidade da cor das roupinhas!)



(2:04 AM)

6.11.06





(4:30 PM)

31.10.06

Desejo de grávida!


Durante a gravidez da Catarina eu quis muito algumas coisas. Não era desejo alimentício não. Desejo de que ela tivesse isso igual a mãe, aquilo igual ao pai. E eu desejei profundamente que ela tivesse os cílios do pai, que são enormes e eu acho lindo demais.
Desejei com tanto amor que o resultado está aí! :)





(5:45 PM)

25.10.06

Colo de tio sempre é bom!




(11:56 PM)

21.10.06

Mais uma:

Dei banho na Cecília no meu quarto e saí correndo para acompanhar o trabalho da babá que estava em experiência. Nisso esqueci o óleo em cima da cama aberto. Catarina, esta pessoa engraçada, estica a testa, faz uma cara engraçada e solta essa:

- Mamãe, búa. Queceu. Temmmmmmm que fechar.

Olho para ela com os olhos serrados e ela:

- Nina vai fechar, tá? Nina sabe fechar, sabia?

E eu com cara de pastel:

- Não sabia, mas também não duvidava.





(12:31 AM)

3.10.06

Piniquinho!


Quando eu digo que Dona Catarina é uma figura...
Parece mentira, mas Catarina resolveu que não quer mais usar fraldas. Isso mesmo! A danadinha se recusa a por as fraldas. Eu já havia comprado o piniquinho, mas com o nascimento da irmã eu deixei de lado a idéia com medo de não dar certo. Achei que ela estava novinha demais.
O que ajudou bastante também é o fato de termos uma cachorra que faz cocô no chão. Então, aproveitei este fato para questionar Catarina sobre quem é que faz cocô no chão. Ela responde que é a Donna (a cachorra). Eu logo emendo.
- E a Nina é cachorra? A Nina faz cocô onde?
- No niquinho.

É de dar orgulho vê-la saindo correndo para o banheiro dizendo o que vai fazer. E mais, ela vai sozinha e quando termina as necessidades fisiológicas me chama! Uma graça!
Detalhe: tive que comprar calcinhas lindas.



(2:55 PM)

25.9.06

Putapaliu!


Catarina fala de tudo. Parece um verdadeiro papaguaio. Não se pode deicuidar na frente dela de jeito nenhum. É impressionante.
Também sobe em tudo. Não é difícil encontrá-la em cima da mesa da sala ou da cozinha. Uma vez a peguei colocando café numa xícara sozinha.

Esses dias ela foi descer da cadeira da cozinha e se desequilibrou. Estava eu o pai e a Márcia Maria, que trabalha aqui em casa, olhando a aventura da outra. No que ela caiu no chão soltou:

- Putapaliu!

A gente se entreolhou como quem pergunta: será mesmo que a gente entendeu?
Não fizemos qualquer comentário para que ela não note. Foi hilário!



(5:25 PM)

19.9.06

Nina lixando as unhas!!!




(1:00 AM)

13.9.06

Catarina ama mesmo essa irmã!




(1:34 PM)

11.9.06

Descobriu o café e o biscoito!!!



A onda agora é molhar o biscoito no café e comer. Posso?
Fiquei preocupada com ela ingerir café, pois sempre soube que crianças não deveriam tomar tal líquido. Questionei o pediatra e ele disse que há controvérsias. Que não existe nada comprovado que faça mal, que na verdade o exagero é ruim, porque é um estimulante. Porém não proibiu. Então, Catarina agora toma meia xícara de café pela manhã. E ela AMA! É incrível.
Pudera... eu amo café. E passei a gravidez inteira tomando. Será que vem daí?



(12:25 PM)

7.9.06

Birra de criança!!!


A Revista Crescer deste mês está ótima! Já li quase toda! eheheh
Esta reportagem teve que vir pro blog porque tem tudo a ver com a gente: mães internautas que estão ligadas nas melhores informações para podermos bem educar nossos pimpolhos. Já conhecia as "Mothern" e as acho O máximo!
Catarina não é de fazer birra, na verdade nunca fez (ainda, né?). Mas espero poder dar sempre a atenção que ela necessita e continuar dizendo que ela NUNCA fez uma birra. Vamos ver...
Então meninas, divirtam-se com as dicas.

O que uma mothern faria?



Mães supermodernas, as donas do blog e do programa de TV Mothern dão dicas de como agir diante das principais birras infantis

POR CRISTIANE SENNA


Duas mulheres, a maternidade e um ideal: criar um blog voltado para mães modernas, que além da missão de criar - e muito bem - seus filhos, arrumam tempo para trabalhar, namorar, fazer compras e afins. "O blog conta nossas experiências, dá conselho e é uma ótima diversão", diz Laura Guimarães, mãe de Gabriela e Nina, uma das criadoras do blog. Compartilhando a experiência virtual está Juliana Sampaio, mãe de Alice.

O blog teve uma repercussão tão grande no mundo virtual que rendeu uma coluna na revista TPM, o livro Mothern - Manual da Mãe Moderna (Ed. Matrix) e uma série no canal pago GNT. "Nunca imaginei que isso fosse tão longe. É gratificante ver que tantas pessoas se identificam com o que a gente escreve", afirma Juliana.

Convidadas por Crescer Online, Laura e Juliana dão dicas bem-humoradas de como se portar diante dos principais dilemas da maternidade.

O que fazer quando...

...a criança faz escândalo no shopping, pois quer um brinquedo que os pais não podem dar?
Laura: Explique por que não pode comprar o brinquedo e espere o "piti" passar.
Juliana: Shopping não é o melhor lugar pra se levar uma criança pequena, porque aquela confusão de gente, cores e luzes é muito estressante para elas. Eu recomendaria evitar o programa. O escândalo geralmente ocorre em situações de estresse e cansaço, pode reparar.

...a criança pergunta sobre sexo?
Laura: Responda no nível em que a criança perguntou, mas sem dar detalhes demais. Não invente bichinhos ou plantinhas, fale sério.
Juliana: Aprovado!

...o pai não ajuda a dar banho e trocar fralda?
Laura: Tenha uma conversa séria com ele, pois o filho é dos dois. E, além do mais, ele nem amamenta...
Juliana: No nosso livro tem uma brincadeira assim: "se o seu marido não troca fralda, troque de marido". No fundo eu acho que dá pra saber o perfil "paternal" de quem você está se relacionando antes mesmo de ter filhos.

...seu filho quebra algo na casa de um amigo?
Laura: Primeiro, faça com que a criança peça desculpas ao amigo. Depois, se ofereça para pagar um novo ou dê um presente correspondente.
Juliana: Como as crianças ainda não têm tanta coordenação motora, são mais propícias a esse tipo de acidentes. É bom orientá-las a não mexerem nas coisas alheias. Mas, se rolar, o melhor mesmo é se desculpar e repor o objeto quebrado assim que der, como você faria se fosse a causadora do incidente.

...seu "bebê" vai para a escolinha pela primeira vez?
Laura: Dê a maior força e deixe que ele leve um bichinho de pelúcia de estimação. Importante: fique esperando em outra sala pra ver se está dando tudo certo.
Juliana: Tente ficar tranqüila, porque se a criança sente a ansiedade da mãe, fica ainda mais insegura com a novidade. Acompanhe de perto o período de adaptação.

...a criança faz birra para comer?
Laura: Birra e comida não combinam. Se a criança está fazendo birra, provavelmente está muito nervosa para que consiga fazer uma refeição. Espera a birra passar e tente novamente.
Juliana: Abrir ou não a boca é um dos poderes que a criança tem, então sempre faz esse tipo de joguinho. O melhor é não encanar com o assunto e tratar a alimentação com naturalidade. Como o assunto envolve a nutrição (ou não) da criança, é difícil mesmo não cair na armadilha¿

...as crianças quase sobem na cabeça do garçom, no restaurante?
Laura: Explique que a cabeça do garçom, e a de qualquer outra pessoa, não pode ser confundida com um playground. Imponha limites e ensine à criança noções de respeito.
Juliana: É. E talvez um restaurante com playground de verdade ajude no caso dessas crianças com tanta "energia".

...seu filho é um pequeno revoltado? Ele bate, xinga, cospe...
Laura: Criança rebelde é criança sem atenção. Ela não É revoltada, ela FICA revoltada, dependendo de como é tratada e cuidada.
Juliana: Assino embaixo. Para chegar nesse limite, não é só a criança que tá com problema, é a família.

...algum ente querido morre?
Laura: Converse com elas e dê muito carinho.
Juliana: Tente não fazer da morte um tabu, nem negar a possibilidade da dor e da tristeza. Não existem só sentimentos bons.

...elas querem comprar todo o supermercado?
Laura: Nem sempre as crianças querem comprar tudo. Mas, se forem do tipo pequeno-consumista, combine algo antes de sair de casa, como dar a ela o direito de comprar um produto. E ponto.
Juliana: O supermercado pode ser um ótimo lugar para se ensinar consumo consciente. A Alice, por exemplo, já me ajuda a comparar preços, a procurar o símbolo de reciclável nas embalagens etc.

...a criança não quer dormir cedo?
Laura: Deixe ela ficar na cama com um livro até o sono chegar.
Juliana: Tente criar uma rotina mais tranqüila nos momentos que antecedem o sono. Conte uma história, faça uma massagem...

...ela só quer dormir no meio do pai e da mãe?
Laura: Ensine que aquela cama não é a dela. Sim, eu sei, não é tão simples assim...
Juliana: Este é um dos casos em que eu mais acredito que "é de pequeno que se torce o pepino". Acho melhor não deixar o hábito se instalar quando a criança é pequenininha. Mas vale pensar também se aquela criança ali no meio do casal não está sendo apenas usada como uma "barreira" para outros problemas. Isso também acontece.

Dilema da mothern trabalhadora
O que fazer para suprir minha ausência nos dias da semana, enquanto trabalho?
Laura: Tente chegar em casa a tempo de contar histórias para seu filho na hora de dormir.
Juliana: Crie rotinas que permitam o máximo de convivência. E tente escapar da velha bola de neve da culpa.

Fonte: Revista Crescer




(8:55 PM)

6.9.06

Bia e Nina!


A Bia é filha da Flávia. Eu e a Flávia trabalhamos juntas e engravidamos no mesmo dia. As duas nasceram com 1 semana de diferença.
É engraçado ver a interação das duas. São lindas e fofas!
E agora que estão falando então... precisam ouvir os "altos papos". É um tal de Nina pra lá, Bia pra cá.




(4:04 PM)

26.8.06

Catarina jura que é a mãe de Cecília!!!!




(5:18 AM)

21.8.06

Nina está amando a irmã.



Tô cheia de coisas boas para contar... já já eu apareço.



(5:14 PM)

15.8.06




(5:27 PM)

Catarina e vassoura!!!!



Catarina agora passa as horas varrendo, varrendo e varrendo.
Tá hilária.

-Impá mamãe. (Tradução: limpar, mamãe)

E o pior é para a tia Márcia que está aqui em casa com a gente. Ela paga a vassoura grande e entrega na mão da tia e ficam as duas varrendo a varanda por horas.
E se a tia Márcia pára de varrer Nina solta logo:

- Impá, titia. Impá.

O mais engraçado é ver como elas dão valor para coisas quase sem valor. Já comprei presentes caros da Chicco que ela nem dá bola. E a tal vassourinha da feirinha da torre que custo 5 pila ela ama de paixão. Vai entender....




(5:20 PM)

2.8.06

Nina e tia Manu!!!


Prestem atenção na saia da criatura! Posso?




(9:16 PM)

30.7.06

Agora a o barato é cheirar café.


Catarina continua aquela figurinha. Tá falando tudo. Faz umas relações que a gente até se espanta.
A nova agora é pegar café no armário e ficar cheirando. Posso?




(3:16 PM)

23.7.06

Ô farra bôa!!!




(7:04 PM)

22.7.06

Esperando Cecília




Agora é assim: a gente fazendo a mudança do quarto da Catarina para a chegada da Cecília e a coisica ajudando! E ai de quem tirar a trena da mão dela! Humpf!




(12:43 AM)

20.7.06

Nina no trabalho da mamãe!!!





(8:53 PM)

17.7.06

1 ano e 6 meses!!!!!!!!!!!!!!!


Gente! Agora que me dei conta do dia e do que ele representa!
Ela está uma mocinha linda. Está falando de tudo.

(Estamos com babá desde a quarta-feira passada! Milagre)

Ainda agorinha veio a babá e a Nina da cozinha. havia pedido para dar uma pera. A babá disse:
- Ela não quer a pera. Fica dizendo o que quer comer.
E eu:
- Nina o que vc quer?
- Ate, mamãe. LCença putador, pega ate mamãe.

Posso!???



(5:32 PM)

11.7.06

Desenvolvimento
Andador: um atraso na vida dos bebês



Como é lindo ver seu bebê com maior liberdade de explorar o espaço mesmo quando ainda não anda, mas usa um andador. O grande erro dos pais ¿ em seu total desconhecimento - é achar que o andador ajudará no aprendizado da criança ao começar a andar. Isso não é verdade. O andador traz prejuízos no desenvolvimento psico e motor do bebê.
Por que será que não é bom? Por vários motivos. A criança desde o nascimento passa por etapas do desenvolvimento em que cada fase serve de base para a próxima. Primeiro sustenta a cabeça, depois rola o corpo para os dois lados, se arrasta de barriga para baixo, senta com apoio, depois sem apoio, engatinha (alguns não passam por essa etapa), ficam em pé para então começarem os primeiros passinhos.
Em todo desenvolvimento motor e de equilíbrio a criança explora o ambiente e os objetos em sua volta, desenvolvendo paralelamente o aspecto neurológico. O bebê tenta alcançar objetos, observa os adultos e suas ações e imita.
O andador força a criança a pular várias dessas etapas essenciais para o desenvolvimento. Ela, por exemplo, não deixa a criança experimentar os ¿tombinhos¿ naturais do início do aprendizado do caminhar e, assim, a aquisição do equilíbrio é limitado e pode ainda deformar a estrutura óssea da perna.
Por pular etapas, o andador atrasa o início da marcha. Se o bebê é pequeno para o andador, usará somente as pontas dos pés para movimentar-se, o que poderá causar alguns problemas além do atraso da marcha, como alteração óssea.
Falsa liberdade - A sensação de liberdade que o andador oferece é ilusão. O andador não deixa a criança explorar adequadamente o espaço que está. Um simples objeto no chão e que desperte a atenção do bebê passa a se tornar algo inalcançável para o pequenino, pois o andador não oferece condições para que ele pegue e conheça a peça.
Já o bebê que não usa o andador poderá sentar-se no chão, engatinhar ou ir se apoiando nos móveis até chegar ao objeto desejado. Lembre-se: enquanto manuseia objetos e brinquedos, o bebê está desenvolvendo seu cérebro.
Veja como uma coisa puxa outra. O que pode ocorrer também com as crianças que usam o andador é a falta de estímulos pelos pais. Como a criança gosta do andador por movimentar mais rápido, ficam quietinhas e brincam sozinhas e são ¿esquecidas¿ pelos pais. A falta de estímulo pode causar uma deficiência no desenvolvimento neurológico.
Os acidentes que podem provocar graves lesões nas crianças são outro problema relacionado ao uso do andador. Os acidentes mais comuns são os tombos quando as crianças usam os pés para se impulsionarem para trás e batem a cabeça e as quedas em degraus.
De tão prejudiciais e perigosos para as crianças, a venda de andadores em países como o Canadá já é proibida.
O uso do andador compromete muito o desenvolvimento global das crianças. Os pais devem pensar nas conseqüências do andador antes de comprá-los. Não há criança normal que deixou de aprender a andar por falta do andador.
Obs: este artigo trata dos andadores onde as crianças ficam "sentadas". Os andadores "modernos" são aqueles onde a criança utiliza-o apenas para apoiar-se, como se estivesse empurrando um carrinho de supermercado. Para esses não há restrição.

(Não é o caso da Catarina que anda desde os 10 meses, mas acredito que este texto irá ajudar muito quem busca uma decisão sobre o assunto!)



(7:08 PM)

19.6.06

Febre


Por que temos sensação de frio durante a febre se nossa temperatura está alta?
Durante um processo infeccioso, o nosso centro de controle de temperatura fica desregulado. Isso faz com que o cérebro interprete que o corpo está frio e assim começa a produzir calor, com a finalidade de esquentar o corpo. Neste momento, a sensação é de frio e sentimos tremores e calafrios, que são maneiras de produzirmos calor. Quando a temperatura atinge um ponto que o cérebro interpreta como normal, começamos a ter sensação de calor. Quando o centro de controle de temperatura volta a se regular, lançamos mão de mecanismos para perder calor, como o suor. Febre pode causar convulsão?
Não. Não é a febre que provoca a convulsão, mas a velocidade com que a temperatura sobe. Se o processo é muito rápido, algumas crianças predispostas, na faixa etária de 6 meses a 6 anos, podem ter a chamada convulsão febril, que é um quadro benigno e que não deixa seqüelas. Apesar disso, é evidente que qualquer quadro convulsivo deve ser investigado tão logo quanto possível.
Temperaturas mais elevadas são associadas a doenças mais graves?
Não. Não existe esta associação. Normalmente as crianças têm mais episódios febris que os adultos e com temperaturas mais elevadas, mesmo em quadros benignos ou auto - limitados. Uma febre mais baixa, porém persistente, pode também indicar uma doença. O mais importante em um quadro febril é observar como fica o estado geral da criança no período entre os picos febris. Se ela permanece ativa, alimentando-se relativamente bem, brincando, não há tanta necessidade de preocupação. Mas se, mesmo sem febre, a criança fica apática e não se alimenta, é melhor procurar o pediatra assim que possível.

Fonte: Dicas de Saúde




(8:47 PM)

11.6.06




(9:14 PM)

9.6.06

15 dicas para melhorar sua higiene oral.


MINHA ESCOVA: Esta desconhecida!

Para que sua técnica de escovação seja eficiente, troque sua escova a cada 2 a 3 meses, antes dela se deformar;

As escovas devem ser macias ou no máximo de dureza média, de cerdas com pontas arredondadas e cabeça pequena. Sua função é escovar um ou no máximo dois dentes de cada vez e não um grande grupo de dentes;

Escovas de cabeça grande, não conseguirão fazer uma boa escovação, pois não conseguem acompanhar defeitos da arcada, contornos dos dentes e problemas ósseos;

Para esterilizar uma escova dental após a escovação, deixe-a "dormir" em solução de gluconato de clorexidina a 0,12%, porém enxágüe-a bastante antes de usa-la novamente;

Pode-se também usar água sanitária a 1% ou solução de hipoclorito de sódio para esterilizar as escovas dentais, mas, não se sabe o efeito destes sobre as cerdas da escova após algum tempo de uso. Estas soluções poderão ser encontradas em casas de material de higiene oral*;

Caso você não tenha meios de esterilizar sua escova por meios químicos, seque-a bastante e procure guarda-la em local bem arejado;

Evite guarda-las em porta-escovas ou embalagens do fabricante, pois estes recipientes não permitem a renovação do ar, incentivando o crescimento de bactérias e fungos;

Cada pessoa necessita de uma escova dental diferente. Há pessoas com defeitos ósseos, formação de arcada dentária, problemas gengivais que precisam usar uma ou mais escovas específicas (temos pacientes que usam até 5 escovas diferentes em uma higienização).;

Escovas duras devem ser usadas somente para higienizar próteses como dentaduras e roachs. Estas escovas são altamente traumáticas para as gengivas e para o osso de sustentação do dente e podem provocar recessões gengivais e até mesmo a perda do dente;

Escovas elétricas, aparelhos de jato de água (water pik), fio dental elétrico e outros, são apenas meios AUXILIARES de higienização e nunca substituirão uma escova dental e fio (ou fita) dental dentro de uma técnica correta de escovação e fiação;

Os aparelhos elétricos especificados acima são meios importantes para a higienização em pacientes portadores de deficiência motora, como pessoas que sofreram derrames, fraturas de braços e mãos, portadores de mal de Alzheimer, condições de senilidade e outras doenças e condições limitantes;

A placa bacteriana dental (formada por bactérias que vivem em nossas bocas e resíduos alimentares) é facilmente removida pelas escovas dentais. Se a placa não é removida, ela mineralizará (vai endurecer) e se tornará um tártaro (cálculo dental), que só poderá ser removido de forma adequada e segura pelo Cirurgião Dentista;

Não tente remover o tártaro com instrumentos "caseiros", pois são inadequados e certamente vão provocar arranhões no esmalte do dente e reterão ainda mais placa bacteriana, tornando mais fácil a formação de novos cálculos, piorando, portanto, a condição de saúde;

Somente o Cirurgião Dentista poderá esclarecer sobre a técnica e tipo(s) de escova(s) e produto(s) adequados para a sua boca;

Nunca altere as instruções de seu Cirurgião Dentista sem antes consulta-lo!
Procure seu Cirurgião Dentista semestralmente. O simples fato de você não sentir nada, não quer dizer que sua saúde bucal está perfeita!

Autor: Dr. Francisco O. C. D'Avila



(11:08 AM)

8.6.06

Chupeta: Bandida ou Mocinha?


A chupeta poderá ser usada, desde que racionalmente

A chupeta é uma peça que faz parte do enxoval de todo bebê. As modernas chupetas com diferentes formas, cores e desenhos têm despertado uma atração irresistível para o consumo das mamães. Criticada por uns e indicada por outros, seria a chupeta uma verdadeira vilã ou uma simples mocinha?

Seriam as chupetas benéficas, inócuas ou prejudiciais? Afinal, deve-se dar chupeta ao bebê?

A resposta para essa pergunta dependerá da freqüência, intensidade e duração de seu uso. Se for usada freqüentemente, por um período prolongado, determinará a instalação do hábito, algumas vezes prejudicando o aleitamento materno e provocando alteração no posicionamento dos dentes, na deglutição e na fonação, ou seja, poderá ocasionar desvios no crescimento e no desenvolvimento do sistema mastigatório, o chamado sistema estomatognático. Porém, se for utilizada racionalmente, de maneira inteligente, como um aparelho de fazer sucção, poderá estimular a atividade muscular e ter influência benéfica no desenvolvimento das arcadas dentárias, sem interferir na atividade de sucção nutritiva.

Os reflexos de alimentação: a sucção e a mastigação

A sucção é um reflexo de alimentação que nasce com a criança, é instintivo e faz parte dos reflexos do recém-nascido, parecendo que a natureza preparou tudo isso como um recurso de sobrevivência. O ato da sucção muitas vezes aparece ainda na vida intra-uterina e o seu exercício servirá de treinamento para o segundo reflexo da alimentação, a mastigação - que depende de aprendizado e de treino.

É um impulso que não visa somente à nutrição, mas também à satisfação psico-emocional, de forma que cada bebê apresenta a sua necessidade individual de sucção, que pode não ser satisfeita apenas com o aleitamento natural.

A sensação de fome e a necessidade de sucção vêm mais ou menos juntas e fazem parte do processo de desenvolvimento e da alimentação do bebê. A sucção e a fome deveriam ser atendidas ao mesmo tempo: a criança se sentiria satisfeita e, então, o normal seria adormecer. Dormir por um largo período depois da mamada é uma das conseqüências da satisfação da sucção, equilibrada com a sensação de plenitude gástrica. O ideal seria que fome e sucção fossem saciadas ao mesmo tempo.

No entanto, pode acontecer a satisfação pela metade. Ao mamar ao seio, - exercício que exige grande trabalho para sugar - às vezes, o bebê atinge a plenitude do esforço de sucção antes da plenitude gástrica: adormece, mas em pouco tempo acordará, pois está com fome. Mesmo ainda no seio, pode atingir a sensação de estômago cheio e ainda faltar sucção: nesse caso, também dormirá, mas acordará logo. No primeiro caso, é preciso amamentá-lo mais; no segundo, o uso bem dosado da chupeta ajuda a satisfazer a sucção que faltava.

Chupeta não substitui afeto

Quando isso ocorre, a chupeta poderá ser usada, desde que racionalmente. Não deve ser oferecida a qualquer sinal de desconforto, para acalmar o choro provocado por outros fatores, nem entendida como um artefato para apoio emocional ou uma forma de lazer para a criança, substituindo-a pela atenção dos pais. Jamais deverá ser abandonada com a criança e não se recomenda que o bebê durma todo o tempo com a chupeta, uma vez que é necessário manter a boca fechada, enquanto dorme, para criar uma memória muscular do contato entre os lábios e favorecer a correta respiração pelo nariz.

Oferecer chupeta a qualquer sinal de desconforto, para acalmar o choro, para distrair a criança é o caminho certo para que o hábito se instale fortemente, trazendo muitos problemas até ser abandonado. A chupeta só tem que entrar para resolver a necessidade de sucção: não deve ser usada como compensação. A mãe precisa distinguir se o bebê está assustado, se ouviu um barulho, se está se sentindo sozinho, ou com a fralda molhada, ou com cólica, pois a chupeta não é um consolo para solucionar outros problemas que não a sucção.

O uso racional da chupeta

Como reconhecer se há ainda necessidade de sucção? Basta tocar o contorno dos lábios do bebê com o bico da chupeta; se houver essa necessidade, ele iniciará os movimentos de sugar: é a prova de que a sucção não foi plenamente satisfeita. Assim, a chupeta será usada inteligentemente.

Resta claro, portanto, que a chupeta não pode ser uma oferta continuada e só deve ser usada em pequenos intervalos, como complemento da sucção. Por isso, só deve ser oferecida após a mamada, se a criança ainda precisar da satisfação causada pelo exercício da sucção. Vale, neste ponto, lembrar que o movimento de sucção deve ser substituído por outros movimentos ¿ o de sorver e o de mastigar - no decorrer do desenvolvimento do bebê.
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Referência: Dra. Maria Cristina Ferreira de Camargo ¿ Odontopediatra, mestre e doutora em odontologia.



(3:33 PM)

6.6.06

Ate, mamãe!!!


Catarina adora tomar banho no meu banheiro. Depois do banho a levo para cima da cama para vestir a roupa e ela rola de um lado para o outro pelada. Adora! Ama fazer isso!
Eu morro de medo, pois ela pula tanto que acho que um dia ela acabará pulando de cabeça no chão. Fico o tempo todo cercando e tal.
Hoje eu resolvi fazer um acordo.
Olhei bem no fundo dos olhos da pequena e disse:
- Nina, a mamãe quer fazer um acordo com você. Tudo bem?
- Bem, mamãe.
- Se você ficar quietinha enquanto a mamãe veste sua roupinha eu te dou um presente.

Instantaneamente os olhos dela brilham e a pergunta dela foi incrível:

- Ate, mamãe? (tradução: chocolate, mamãe?)
Não tive como negar. Respondi positivamente.
E ela ficou imóvel todo o tempo em que vesti a roupinha nela.

Posso????





(3:05 PM)

28.5.06

Findi com as primas!!!!



Catarina passou o final de semana com as primas em nossa casa. Foi maravilhoso!
Domingo pela manhã cada uma comeu um misto-quente preparado pelo Papai Babão, que continua tão babão quanto antes, e uma bebida lactea. Por conta da intolerância à lactose, Catarina tomou iogurte e as primas leite com achocolatado.
Brincaram muito. Catarina caiu, sangrou o lábio superior, subiu num caixote para dançar (será que devo me preocupar? ehehehe), aprendeu novas palavras, enfim, muita diversão!



(2:31 PM)

26.5.06

Catarina fez xixi no peniquinho!


Pela primeira vez chorei muito ao ver minha filha vencendo um grande desafio.
Chegamos do supermercado e o xixi da fralda havia vazado. Molhou a calça. Fui trocá-la e resolvi que era melhor dar um banho logo. Levei-a sem roupa para o banheiro. Quando viu o peniquinho, que já estava lá há uma semana e intocável até então, levantou a tampa e sentou. :)))
Não tenho como descrever os sentimentos.
Nisso Catarina pegou o papel higiênico que estava ao lado, tirou um pedacinho e ficou fazendo movimento de secar a "potoquinha".
Até então, nada de xixi mesmo.
Algumas levantadas outras sentadas e nada do danado. Me sentei ao lado para acompanhar e questionar onde estava o xixi quando ela levantava.
O papai apareceu para dar o banho e Catarina recusou. Quis ficar sentada.
Até que em determinado momento o xixi apareceu e ela fez uma cara de alegria com satisfação. Indescritível. Linda!
Orgulho!

Mais tarde coloco as fotos. Tenho que baixar e trabalhar nelas antes.




(12:37 AM)

24.5.06

Minha primeira xuxinha, xiquinha.
(sei lá como chamam isso, podem enviar os nomes)



Comendo danoninho sozinha!!!.
Sem lambança.




(6:06 PM)

21.5.06




Quais serão as escolhas que farás?

Minha filha, gostaria muito de hoje saber quais caminhos você irá trilhar.
Quais serão os teus medos.
Onde eu já estou errando para daqui 15 anos não ter que me perguntar.

Quero é sempre poder ver esse sorriso em teu rosto acompanhado dos gritinhos de felicidade.
Esse olhar mais que atento.
Esse aprender constante e emocionante.

E ainda ter que ser eu, sem me esquecer.




(12:51 PM)

20.5.06

Nina já está treinando.




(10:58 PM)

3.5.06

A onda agora é escrever... e muito!!!



(12:41 PM)

28.4.06

Ah! Esqueci de contar...


Catarina ontem aprontou a primeira da vida dela.
Coloquei-a para no berço para dormir como de costume. Ela ainda estava bem desperta e ficou lá conversando com as paredes. Ficamos, eu e papai, no escritório só ouvindo o ¿conversê¿.
Quando passou de 40 minutos de blá blá blá resolvi ir ao quarto para ver se estava tudo bem, se a febre não tinha voltado e tal.
Quando chego lá, qual não foi a minha surpresa ao ver Catarina pelada, só com a camiseta do pijama, e em cima de um xixizão.
Ela tirou as meias, a calça e a fralda. ?!?!?!?


Acho que ela não queria ficar lá sozinha. Sei lá.



(12:02 AM)

27.4.06

Retrospecto do mês de Abril


No dia 04/04 Catarina apresentou infecção intestinal e em 4 dias estava boa. Foi uma semana muito engraçada porque terça e quarta-feira, ao chegarmos ao berço pela manhã, notávamos que existia uma Catarina debaixo de tanto cocô.
No dia 10/04, segunda-feira, quando pensava eu que a semana começaria bem e que tudo voltaria como dantes... Chegando para deixar Catarina no colégio a pediatra pediu para examiná-la e viu que tinhas alguns pontos brancos em sua boca e diagnosticou cândida, ou sapinho como é mais conhecido. Ocorre que o tal sapinho é transmissível e ficamos mais 2 dias em casa por conta de mais um atestado médico. Ele disse também que suspeitava que havia catarro no pulmão, ou creptos, para usar a linguagem mais correta. Antes de ir embora para casa passamos no Hospital e fiz alguns exames para garantir a tranqüilidade mental da mamãe aqui.
Na quarta-feira tive que ir para o trabalho, minha chefe reclamou das faltas. A quinta e sexta eram da paixão e ficamos até segunda novamente em casa. Eu, grávida, quase morta de tanto cansaço.
A semana do dia 17 à 21/04 foi normal, Catarina sem sapinhos, sem infecção e com o nariz escorrendo. Como não apresentou nenhum outro sintoma esperamos para ver como ficaria. No final da semana continuava com o nariz escorrendo e uma tosse chatinha. Conversei com o Dr. Antônio e resolvemos esperar para que a Catarina vencesse a gripe e a orientação era que no final da semana a tosse iria embora. Mesmo assim dei um xarope fitoterápico.
Nesta segunda, 24/04, a tosse resolveu aumentar. Na terça comecei a me preocupar, pois à noite Nina teve febre. Passamos novamente no Hospital e a médica mandou fazer nebulização com uma dose cavalar de Berotec. Não dei e fui ao Dr. Antônio na quarta.
Resolvemos como seria o tratamento e Catarina está super bem agora. Está com bronquite, mas já medicada e controlada. Peito já está limpo. Tosse já foi embora e febre não mais aparece.
Ufa!
É isto. Mãe é padecer no paraíso, agora eu sei.



(11:43 PM)

21.4.06

A Páscoa foi muito legal!



Passei na casa da minha avó com minhas primas todas.
Essa é a Rafaela, ou Fafá, como diz Catarina!



(10:20 PM)

19.4.06

DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM NA CRIANÇA

Fernanda Carla Borges Homem e Carla Costa Mello

...
Há também outros fatores que são importante para um bom desenvolvimento da fala que são: a retirada dos hábitos orais, ou seja, eliminar o uso de chupeta, dedo, mamadeira e outros artifícios que as crianças possam usar na boca. A manutenção destes hábitos pode proporcionar problemas tanto na articulação quanto no desenvolvimento da linguagem, já que esses objetos causam alterações a nível orgânico (de oclusão dentária, respiração oral, flacidez de língua, lábios e bochechas, etc...), por estes motivos recomendamos a retirada destes hábitos com no máximo três anos e meio, principalmente se a criança já apresenta comprometimentos.nas.estruturas.orais e também é muito importante o tipo de alimentação que a criança consome, ou seja, a criança tem que comer de tudo um pouco, alimentos sólidos, líquidos e pastosos, o ato de mastigar a carne por exemplo vai fortalecer toda musculatura oral propiciando uma boa mobilidade para articular as palavras. Somente a condição anatômica dos órgãos da fala não garante sua boa dicção, é preciso considerar também o estímulo que a criança recebe para utilização destas estruturas. Alguns adultos reforçam as palavras ditas erradamente com um "estilo" infantil, o que significa dizer que "ensinam o errado" não dando chance à criança de perceber o correto. Muitas crianças apresentam boas condições orgânicas, porém, não têm necessidade de nomeação dos objetos, ações e pessoas, pois são compreendidas por todos ao apontá-los. Deve-se propiciar à criança experiências variadas como a nomeação de seus atos, objetos e partes do corpo sem auxiliá-las, apenas reforçando. Algumas crianças apresentam um atraso no aparecimento da fala, ultrapassando a idade de dezoito meses, sem pronunciar uma só palavra. Esse comportamento pode expressar a falta de estímulo verbal oferecida à criança ou até mesmo ser um primeiro sinal de sua dificuldade de contato com o mundo. Pode revelar a presença de muitas patologias como surdez congênita, Síndromes, comprometimento de aspectos psico-emocionais que caracterizam o autismo, entre outras. A criança fisicamente madura, e que está se desenvolvendo dentro dos padrões de normalidade aprende a falar por dois métodos. O primeiro é a Imitação, ou seja, a criança aprende imitando as pessoas que a cercam. Por isso é muito importante oferecermos um bom modelo de fala para as crianças. Ser um bom "modelo lingüístico" inclui conversar com as crianças nas situações do dia-a-dia, acompanhando suas ações e as nossas para com elas. Por exemplo, ao lavar os pés da criança no banho, você pode verbalizar a sua ação dizendo: "Agora a mamãe vai lavar seus pés, os dedos...". O ideal é dizer as palavras e frases naturalmente, evitando conversar com as crianças de modo muito infantilizado, ou ainda imitando como elas falam. Elas não vão nos compreender melhor se imitarmos a sua fala, mas ficarão sem entender qual é a forma correta daquela palavra, uma vez que elas nos têm como modelos. O desenvolvimento da fala e linguagem acontece com mais sucesso quando alguém estabelece com a criança uma situação de diálogo onde ela participa "falando" e não apenas "ouvindo" para depois repetir. Nesta relação de troca de papéis, o adulto não deve apenas falar, mas também ouvir as emissões da criança e promover um espaço gostoso onde todos participam, falando e ouvindo. Os pais são sábios e capazes de conduzir uma situação ou brincadeira com a criança onde é possível envolver palavras e ações, e assim exercitar e promover um desenvolvimento lingüístico favorável. A criança também aprende a falar por "Ensaio e Erro". Isso quer dizer que ela aprende por tentativas de acerto. Muitas vezes o acerto não acontece, mas este esforço em acertar é importante para o uso adequado da linguagem e fala. Por exemplo, quando uma criança de três anos diz "Eu fazi", que não é correto na nossa língua, ela pode ter tomado como referência às formas "Eu cai", "Eu sai", ou outras que são corretas. Nós não podemos considerar como "erro" as manifestações da criança nessa idade, porque ela ainda está em fase de aprendizagem da fala e da linguagem, e isto faz parte. Quando a criança disser alguma palavra que não está na forma adequada, não chame a sua atenção para o erro, dizendo que ela falou errado, também não repita a palavra da maneira como ela falou. Em vez disto, use a palavra que você quer lhe ensinar da maneira correta (sempre) e dentro de um contexto. Por exemplo, se a criança disser "ága" se referindo a "água" você pode lhe devolver: "Você quer água? O papai vai pegar a água para você...". Neste exemplo além de você estar lhe mostrando a maneira correta de dizer a palavra água, estará ainda lhe apresentando novas palavras e maneiras de se construir uma frase. Além de todo esse estímulo é preciso que a criança viva em